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Primeiras Impressões: Tokyo Ghoul: re – Segunda Temporada


©Pierrot/Ishida

Tokyo Ghoul: re – Segunda Temporada – Ficha Técnica

Gênero: Ação, Drama, Terror, Mistério, Psicológico, Seinen, Sobrenatural
Estúdio: Studio Pierrot
Baseado em: Mangá
Diretor: Odahiro Watanabe
Data de Estreia: 09/10/2018

Parte Técnica

Tokyo Ghoul: re – Temporada 2, escrita por Sui Ishida, e sob direção de Odahiro Watanabe, está bem distante dos seus dias de glória.
A direção do anime, infelizmente, continua se mostrando ineficiente, com cortes horríveis de cena, quadros estáticos, péssima fluidez, e movimentação dos personagens, e um roteiro extremamente rushado(cada episódio corresponde a mais ou menos dez capítulos do mangá). A única coisa minimamente aceitável, no que se refere à parte técnica, são os traços dos personagens, que a meu ver, continuam muito bonitos (destaque para os olhos, os quais apresentam um brilho e uma intensidade envolvente).

Sobre o Enredo

Quanto ao episódio em si, para aqueles que apenas acompanham o anime, as notícias também não são boas, pois o mesmo se apresenta altamente confuso, lotado de informações e detalhes importantíssimos para o entendimento do público, jogadas de qualquer jeito, e sem qualquer explicação (e infelizmente acredito que assim irá se manter, se tomarmos como exemplo a primeira parte do anime, apresentado na Temporada de Primavera desse ano). Ou seja, o que nos é mostrado é a continuação de uma batalha entre humanos e ghouls, mas sem deixar claro quando e onde começou. É uma confusão só.

Expectativas

Por fim, para não dizer que nada me agradou durante o episódio, ver a quarta personalidade de Kaneki Ken mais fria, misteriosa, e segura de si, para uma fã de Tokyo Ghoul, não tem preço. Além do fato de agora ter o nosso amado protagonista de volta, consciente de sua identidade (Kaneki), em um misto maravilhoso de alter egos, cheio de confusão, e questionamentos internos, que é o que mais amamos no personagem, mas que infelizmente, devido a uma direção pobre, e uma adaptação corrida, não será possível apreciar da forma que deve ser.
É amigos, o jeito mesmo é correr para o mangá.
Tokyo Ghoul: re  está em simulcast pelo serviço de streaming Amazon Prime.

Nota: 3/5 – Mediano

Primeiras impressões: Asobi Asobase



Cá estamos nós para um post de primeiras impressões do anime que foi da temporada de Verão 2018. Trago à vocês o anime: Asobi Asobase.
Pois bem, vamos lá!
Asobi Asobase  é uma comédia sobre três garotas, Hanako, Kasumi e Olivia, que possuem um “Clube de Passatempeiros” em sua escola. O anime é produzido pelo estúdio Lerche e é dirigido por Seiji Keishi, ambos trabalharam na adaptação do mangá Assassination Classroom.
Sim, é uma sinopse bastante vaga mas, garanto a vocês, é um anime extremamente bizarro. A começar pela sua abertura que é totalmente diferente do tema do anime.

As três protagonistas são bem exóticas, e isso eu coloco na conta das suas dubladoras. As vozes que elas criaram para as personagens funcionam perfeitamente, em especial a da Hanako, que é dublada por Hina Kino. Rika Nagae e  Konomi  Kohara também fazem um excelente trabalho como Olivia e Kasumi, respectivamente. Vale dizer que as três dubladoras são relativamente novatas.

As piadas de Asobi Asobase são excelentes, algumas são leves ou pesadas, ou trazem um tom dramático muito bem dosado. Mas sem dúvida, a melhor parte do anime para mim, são as caretas das personagens, que me fazem rir igual um imbecil.

AKAME GA KILL: ANÁLISE DO MANGÁ

O mangá segue a mesma linha do anime? Seu enredo é melhor? Confira a seguir.
©White Fox/Takahiro e Tetsuya

Spoilers

Atenção; acontecerá uma análise da obra como um todo. Então, a partir de agora, spoilers serão liberados. Se você tem interesse na leitura desse volume, ou na obra, deixe para ler esse artigo após isso.
O apelidado “Akame ga Thrones” pelos fãs foi recentemente finalizado no Brasil. A edição final foi lançada pela Panini em julho de 2018, fechando uma coleção com 15 volumes. Sendo comparada a obra de George Martin; Akame ga Kill é uma história que conta como um grupo de rebeldes tenta mudar sua nação enfrentando um império corrompido. Nessa história, o objetivo final vale mais do que os personagens, e, por esse motivo, não é recomendável se apegar a nenhum deles.

Mortes

A morte é algo comum à obra. Esse é um ponto que muitos não gostam quando se trata da narrativa, acreditando que algumas mortes são desnecessárias. No entanto, é isso que o autor busca, pois quando se trata de uma guerra, algumas mortes são em vão. Não existe glória em seu adeus. Soldados às vezes morrem sem nem mesmo lutar, e isso é mostrado na obra. Ninguém está seguro. O objetivo requer soldados capacitados, mas nem sempre poderão contar com eles, exigindo que os líderes tenham de pensar em uma estratégia nova o tempo todo para conseguir alcançar o desejo final.

Volume 15

O mangá traz nesse volume a batalha final; o último suspiro do grupo rebelde necessário para alcançar os objetivos. Do outro lado; o império traz seus soldados mais poderosos para garantir que esse grupo não alcance os seus desejos… no fim, só um lado ganha, mas independente de quem seja, haverá perdas.
Do lado rebelde; Najenda, Akame, Tatsume e Leone, junto ao exército rebelde, enfrentam Esdeath e seu exército de gelo; mostrando todo o poderio dela. Ainda há a participação breve de Wave, com sua dupla sincronização de Teigu ajudando Tatsumi na luta contra a Teigu do Imperador.
O final de uma guerra: o destino dos personagens, a resolução de cada um; e o resultado da guerra. Inúmeras serão as revelações do volume trazendo o desfecho daqueles que foram acompanhados desde o volume um.

O anime não é o suficiente

Se você assistiu ao anime e gostou da história, é recomendado que você dê uma chance ao mangá. Tal tem muitas coisas em comum com o anime; mas o mangá tem histórias que o anime nem pensou em adaptar. Tem arcos que acontecem de forma diferente ao que foi adaptado. Além de maiores explicações e desenvolvimentos, e um final diferente ao que foi mostrado.

Arte

Com a chegada do volume final, podemos observar a evolução do desenhista Tashiro Tetsuya. Comparando o primeiro e o último volume,  já conseguimos ver essas diferenças. Mas quando analisamos a arte mais intimamente, sua evolução é ainda mais perceptível. Ao lado esquerdo o Capítulo 7 e ao lado direito capítulo 68.
E vocês, o que acharam do final da obra?

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